A carruagem parou em frente ao muro que rodeada o palacete. Ninguém saiu dela até que se aproximassem 5 cavaleiros em armaduras vermelhas. Os cavalos também mantinham placas de proteção em seus dorsos, igualmente vermelhas, ostentando um martelo em relevo.
A porta da carruagem se abriu e lá de dentro sairam dois homens.
Um dos cavaleiros desce o cavalo e beija a mão de um deles.
- É aqui?
- Sim, senhor. Seguimos as pistas por meses. É um homem muito bonito pelo o que dizem. Casou-se com a viúva dona das terras. Era um dos ajudantes gerais da casa e, dizem, que mantinha um caso com o coxeiro.
O velho que tivera a mão beijada encara a construção.
- Onde estão os guardas?
- Estão no campo, monsenhor. Estão no auge da colheita e toda mão de obra está sendo utilizada. Pelo o que os aldeões disseram o trigo nunca cresceu tanto. - O cavaleiro tentava a todo custo não encarar o tapa-olho do velho.
- Vocês darão a volta e entrarão pelos fundos da propriedade. Nós iremos pela frente. Ele é muito perigoso. Usem isso em seus ouvidos: vai dificultar as coisas para ele. - Disse o velho, entregando um pequeno saco aos cavaleiro.
- Devemos leva-lo vivo, monsenhor?
- Apenas o suficiente para que eu chegue em seu coração ainda batendo...
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